Divisão de Fibrilação Atrial

arritmias cardíacas, Divisão de Fibrilação Atrial, Abreu Cardiologia

DIRETORES DA DIVISÃO:

  • DR. DECARTHON VITOR D. TARGINO (Cardiologista/Arritmologia Clínica)
  • DR. CRISTIANO DE OLIVEIRA DIETRICH (Cardiologista/Eletrofisiologia Clínica/Invasiva)

As arritmias cardíacas são muito comuns, potencialmente graves e que devem ser tratadas. Você conhece alguém que tem palpitações, coração acelerado, sem nenhum motivo aparente? Ou, talvez, você mesmo tenha estes sintomas e não saiba do que se trata? Então, é bom procurar um cardiologista.

O coração bate normalmente entre 50 e 100 bpm. Abaixo de 50, é chamado de bradicardia. Acima de 100, taquicardia. As arritmias podem surgir desde o nascimento, ou também ser adquiridas no decorrer da vida, como uma consequência de outras doenças cardíacas ou até fruto do estresse. As alterações nos batimentos cardíacos são normais, no entanto, passam a ser preocupantes quando os sintomas são persistentes. Se acaso se encontrar nesta situação, é importante buscar orientação médica, explicando quando e com qual intensidade surgem os sintomas.

FIBRILAÇÃO ATRIAL

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A fibrilação atrial é hoje uma das arritmias cardíacas mais prevalentes no mundo. Nas últimas duas décadas, a Fibrilação Atrial (FA) tornou-se um importante problema de saúde pública, com grande consumo de recursos em saúde. Assim, apresenta importante repercussão na qualidade de vida, em especial devido as suas consequências clínicas, com fenômenos tromboembólicos, gerando desde infartos a acidentes vasculares cerebrais.

Nos Estados Unidos, estima-se que sua prevalência será de 15,9 milhões em 2050, com metade desses pacientes apresentando idade superior a 80 anos.

Esta doença ocorre quando anormalidades elétricas no músculo cardíaco alteram o tecido atrial (câmaras superiores do coração) e promovem uma formação e propagação anormais do impulso elétrico no miocárdio. Ademais, muitos fatores de risco clínicos estão associados ao aumento no risco de FA e, possivelmente, participam da elevação na prevalência observada nas últimas décadas.

Além dos fatores de risco clássicos, como: hipertensão, diabetes, doença valvar, infarto do miocárdio e insuficiência cardíaca, podemos observar novos fatores de risco potenciais, que podem ocasionar grandes implicações no manejo clínico da FA.

A saber, destacam-se a presença de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS), obesidade, uso de bebidas alcoólicas, exercício físico, história familiar e fatores genéticos. Mas, na prática clínica, a influência da obesidade e da AOS parece impactar significativamente na abordagem terapêutica dos pacientes portadores de FA.

Sintomas, tratamento e prevenção

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Seus sintomas podem abranger desde períodos de palpitação, e falta de ar, até desmaios, infarto, acidente vascular cerebral, e tromboembolismo em membros periféricos.

O tratamento envolve o controle da frequência cardíaca e manutenção do ritmo normal do coração através de medicações, assim como procedimentos invasivos, através da ablação dos focos de arritmia. Se necessário, o uso de medicações denominadas anticoagulantes, que reduzem o risco de formação de trombos nas pessoas com esta arritmia pode ser indicado.

Sabendo da gravidade desta doença cada vez mais comum a Abreu Cardiologia desenvolveu uma divisão específica para tratar deste problema, a Divisão de Fibrilação Atrial. Aliando prevenção (já que nem sempre os sintomas são percebidos) e combate, contamos com a expertise dos profissionais, aliada a exames e equipamentos da mais alta tecnologia, promovendo saúde, bem-estar e todo o acompanhamento necessário ao tratamento e controle das arritmias.

INVESTIGAÇÃO DE ARRITMIAS

Existem vários tipos de arritmias, além da já mencionada acima, podendo ser também a taquicardia (quando os batimentos são muito rápidos) ou a bradicardia (quando são muito lentos). Apesar de a fibrilação atrial ser a mais comum entre as arritmias, ela não é a única que apresenta riscos e, portanto, todas elas merecem igual atenção e cuidado.

Muitas pessoas apresentação alterações na sua frequência cardíaca durante o dia e sequer percebem. Isso acontece, pois, os sintomas são diferentes de acordo com o tipo de arritmia do paciente, da presença de alguma outra cardiopatia prévia e outros fatores.

arritmias cardíacas, Divisão de Fibrilação Atrial, Abreu Cardiologia

Este é o motivo pelo qual a investigação de arritmias cardíacas é tão importante. Através da ausculta do coração, junto às queixas do paciente e, a realização de alguns exames cardiológicos adicionais, é possível detectar se há algum tipo de arritmia e seu respectivo tipo, para somente então indicar o tratamento mais adequado.

Dentre os exames mais solicitados e nestes casos estão o eletrocardiograma, o ecocardiograma, o teste de esforço e o holter. Saiba mais sobre eles na nossa LISTA COMPLETA DE EXAMES.

AVALIAÇÃO DE MARCAPASSO

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O tratamento indicado está diretamente ligado ao tipo de arritmia apresentada pelo paciente. Em alguns casos, é necessário a implantação de um marca-passo, que gera impulsos elétricos, estimulando a contração do coração. O marcapasso conta com um sensor capaz de identificar os movimentos do corpo. Isso possibilita que o coração trabalhe normalmente, se adaptando durante a prática de exercícios físicos, por exemplo.

Os portadores de marcapasso precisam ser avaliados periodicamente. Assim, para garantir o pleno funcionamento do aparelho, é utilizado um computador especialmente adaptado para fazer essa avaliação. Através deste aparelho, o programador troca informações com o marcapasso permitindo modificar uma série de parâmetros e identificar possíveis arritmias. Isso possibilita ao médico prescrever a medicação correta, a programação e até mesmo solicitar outros exames específicos. Para que tudo funcione corretamente, é preciso um acompanhamento próximo e constante do médico cardiologista, que pode solicitar ajustes no aparelho sempre que julgar necessário.

Conheça a Abreu Cardiologia

Sabendo da gravidade desta doença cada vez mais comum, seja por fatores genéticos ou os maus hábitos de saúde populacional, a Abreu Cardiologia desenvolveu uma divisão específica para tratar deste problema, a Divisão de Fibrilação Atrial.

Aliando prevenção (já que nem sempre os sintomas são percebidos) e combate, contamos com a expertise dos profissionais, aliada a exames e equipamentos da mais alta tecnologia, promovendo saúde, bem-estar e todo o acompanhamento necessário ao tratamento e controle desta enfermidade.

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